A decadencia da educação brasileira

2 05 2011

Aqui quero expor minhas conclusões sobre o sistema de educação superior e carreiras no Brasil. A educação basica tem seus problemas mas prefiro ignora-las por enquanto.

Existe um problema sério, mas sutil, que faz com que a maioria dos profissionais saiam da faculdade sem saber quase nada, e depois aceitam qualquer valor que lhe oferecem por ai.
Depois de pensar bastante e perguntar para algumas pessoas como chegaram até onde estão, notei um padrão.

Primeiro, as pessoas terminam o colegial, começam a trabalhar e não entram na faculdade;
Anos depois, decidem finalmente “fazer alguma coisa da vida” e escolhem um curso para fazer.
Aqui já existe um pequeno problema, pois não sei a qual critérios as pessoas escolhem seus cursos, mas me parece que não é por aptidão ou gosto, normalmente é simplesmente pelo salário que viram em algum jornal.

A faculdade é um instituto que deveria servir somente para tirar duvidas e dar bases teoricas e praticas para alguem poder trabalhar na area do curso. E aquele aluno; que já tem seu emprego, ganha um salario medíocre, NUNCA vai se demetir para fazer um estagio para obter experiencia.

Chega o final da faculdade, o aluno não tem experiencia e se fez uma UniAlgo da vida talvez até nas coxas acabou levando.

Resultado: Uma pessoa sem experiencia terminou a faculdade, e vai procurar um emprego na area. As empresas sabem muito bem desse fato, e oferecem salarios abaixo do mercado, e aquele aluno desesperado após terminar a faculdade, vai e aceita a primeira oferta que lhe fazem.

Nesse ciclo vicioso, cada vez mais pessoas saem nesse “estado” e mais os salarios pioram, prejudicando a todos no mercado de trabalho.

É isso ai Brasil, valeu por ajudar a fazer disso aqui um lugar melhor!





Paradoxo do Espaço e do Tempo

18 01 2011

Atualmente o metro é definido como sendo “o comprimento do trajeto percorrido pela luz no vácuo, durante um intervalo de tempo de 1/299792458 de segundo“.

O segundo é uma unidade de medida angular usada também para medir intervalos tempo. Originalmente o segundo deveria ser o tempo que um raio de sol a pino leva para riscar a distância de 1/86400 da circunferência terrestre ou seja 462,962 metros na linha do equador. Sendo assim definido em relação às dimensões e a rotação da Terra.
No entanto, entendeu-se que a rotação terrestre era demasiadamente imprecisa e por isso se optou por usar uma fração da revolução da Terra em torno do Sol, definindo-se o segundo como 1/31556925,9747 do tempo que levou a Terra a girar em torno do Sol a partir das 12 horas do dia 4 de janeiro de 1900.

Tudo isso são apenas definições, agora vem a verdadeira questão que me atormenta a um bom tempo.

Se o espaço é a distancia que a luz viaja em certo periodo de tempo, e o tempo é a diferença dos instantes que a luz viaja em certo periodo de espaço. Ambos são relativos e dependentes entre si, não vejo qual a definição correta para nenhum dos dois a não ser o fato que ambos não devem existir.

Isso sem contar o fato que velocidade é o resultado do espaço atravessado divido pelo tempo para atravessa-lo, outra convenção ao meu ver.

Só consigo a chegar em duas conclusões.
Primeira, tempo e espaço não existem, mas como minha experiencia cotidiana me mostra que eles teimam em parecer existir, me leva para minha segunda conslusão;
Segunda, tempo e espaço são a mesma coisa, assim como Einstein já afirmava, o tempo nada mais é que uma quarta dimensão do nosso espaço.

Alguém pode me explicar qual é o problema?





MarkyTechs blog de TI!

28 12 2010

Finalmente fiz algo que pretendia a um tempo, migrei a parte de TI desse blog para um novo, já que me desviei do assunto original nesse e pretendo postar mais coisas não relacionadas a TI e ao mesmo tempo mais coisas relacionadas a TI, e seria uma bagunça deixar tudo isso junto.

Por isso criei o MarkyTechs um blog exclusivo para TI.

So, thats it! Acessem.





The Restaurant at the End of Universe – Livro

23 12 2010

A trilogia até aqui:
The Hitchhiker’s Guide to The Galaxy

Para quem não sabe, “The Restaurant at the End of the Universe“, publicado como “O Restaurante no final do universo” é o segundo livro da série The Hitchhiker’s Guide to The Galaxy.

Como eu não quero dar muitos spoilers sobre a história, então decidi apenas descrever alguns lugares incríveis da jornada e alguns fatos interessantes.

A busca dos personagens sobre a busca da Pergunta Fundamental da Resposta Final sobre a Questão da Vida, o Universo e Tudo Mais se transforma na busca pela pessoa que rege o universo, por que de fato, o presidente da galáxia é apenas alguém para desviar a atenção das tomadas de decisão, que na verdade apenas 6 pessoas no universo sabem onde o poder realmente é exercido. O lugar que essa pessoa fica está bem escondido no universo, não simplesmente por ser longe, mas sim por estar coberto por um vasto campo de improbabilidade, e apenas estas 6 pessoas sabem quão improvável é chegar lá(de acordo com a teoria da improbabilidade, se você sabe quanto improvável é acontecer algo, isso provavelmente acontecerá).

O primeiro lugar dessa viajem é o planeta Beta da Ursa Menor, um planeta que graças a uma peculiaridade inexplicável de geografia, é formado somente de litorais sub-tropicais, e graças a outra peculiaridade inexplicável por estar em um sistema solar binário(duas estrelas), é sempre dia nesse planeta.
Sendo assim os habitantes desse lugar estão sempre em busca de iluminação espiritual e passam o tempo todo se divertindo, se bronzeando, e descansando depois de passar uma tarde na praia não fazendo nada. Tem também os surfistas mentais, que surfam um metro acima das ondas das praias como se não fosse nada demais.
Existe uma única cidade nesse planeta, que só é chamada de cidade por ter uma concentração de piscinas maior que nos outros lugares, e também é a sede da editora do Guia do Mochileiro das Galáxias, um prédio gigante e brilhante financiado com o dinheiro ganho de um processo sobre uma empresa de cereais matinais.

Outro lugar incrível, é o restaurante no final do universo, um restaurante que fica no limite do tempo, um pouco antes do universo se colapsar e não existir mais.
O Restaurante no Fim do Universo é um dos acontecimentos mais extraordinários em toda a história dos restaurantes. Foi construído a partir dos restos fragmentários do… será construído a partir dos restos fragmentários do… ou seja, já terá sido construendoído a essas alturas, e de fato já havereria tendo sido…
Um dos maiores problemas encontrados em viajar no tempo não é vir a se tornar acidentalmente seu próprio pai ou mãe. Não há nenhum problema que uma família de mente aberta e bem ajustada não possa lidar. Também não há nenhum problema em mudar o curso da história – o curso da história não muda porque todas as peças se juntam como num quebra-cabeças. Todas as mudanças importantes já ocorreram antes das coisas que deveriam mudar e tudo se resolve no final.
O maior problema é simplesmente gramatical, e a principal obra a ser consultada sobre esta questão é o tratado do Dr. Dan Streetmentioner, o Manual das 1001 Formações de Tempos Gramaticais para Viajantes Espaço-Temporais. Nesse livro você aprende, por exemplo, como descrever algo que estava prestes a acontecer com você no passado antes que o acontecimento fosse evitado quando você pulou para a frente dois dias. O evento é descrito a partir de diferentes pontos de vista, conforme você esteja se referindo a ele do seu próprio instante, de uma época no futuro ou de uma época no passado, e a coisa toda vai ficando ainda mais complicada caso você esteja conversando enquanto viaja de um instante no tempo para outro na tentativa de tornar-se seu próprio pai ou sua própria mãe.
A maioria dos leitores chega até o Futuro Semicondicionalmente Modificado Subinvertido Plagal do Pretérito Subjuntivo Intencional antes de desistir. Por isso, em edições mais recentes desse livro, as páginas subsequentes tem sido deixadas em branco para economizar custos de impressão.
O Guia do Mochileiro das Galáxias passa levemente por cima dessas complexidades academicas, parando apenas para notar que o termo “Pretérito Perfeito” foi abandonado depois que se descobriu que não era bem assim.
Resumindo:
PS: Para correções dos tempos verbais, consulte o livro do Dr. Streetmentioner.
O Restaurante no Fim do Universo é um dos acontecimentos mais extraordinários em toda a história dos restaurantes.
Foi construído a partir dos restos fragmentários de um planeta em ruínas que se encontra fechado numa vasta bolha de tempo e projetado em direção ao futuro até o exato momento preciso do Fim do Universo.
Muitos diriam que isso é impossível.
Nele, os fregueses senta-se nas mesas e comem suntuosas refeições enquanto contemplam toda a criação explodir a sua volta.
Muitos diriam que isso é igualmente impossível.
Você pode chegar e se sentar em qualquer mesa que deseje sem reserva prévia porque é possível fazer a reserva retrospectivamente, quando você voltar para seu próprio tempo.
Agora muitos insistiriam que isso é absolutamente impossível.
No Restaurante, você pode encontrar e jantar com um fascinante corte transversal de toda a população do espaço e do tempo.
Como pode ser pacientemente explicado, isso também é impossível.
Você pode comer lá quantas vezes quiser e ter a certeza de nunca encontrar consigo próprio, por causa do embaraço que isso costuma ocasionar.
Mesmo se o resto fosse verdadeiro, o que não acontece, isso é veementemente impossível, dizem os céticos.
Tudo o que você precisa fazer é depositar um centavo numa conta de poupança em sua própria era e, quando chegar ao Fim dos Tempos, o total de juros compostos acumulados significará que o preço astronômico de sua refeição já estará pago.
Muitos alegam que isso não é só completamente impossível como também claramente insano, e foi por isso que o pessoal de marketing do sistema estelar de Bastablon criou o slogan: “Se você fez seis coisas impossíveis esta manhã, por que não terminar seu dia com uma refeição no Milliways, o Restaurante no Fim do Universo?”.

Todas as noites (tudo bem que noite não faz sentido quando se está no final do universo) o restaurante passa pelo fim da historia em si e depois usa seus propulsores espaço-temporais para voltar na hora do almoço antes do fim do universo. Você pode em apenas um dia começar no extremo oposto do tempo comendo algo no Big Bang Burguer Bar e depois terminar no restaurante.

O show mais barulhento da galaxia, é do Disaster Area, com um som tão potente, que qualquer um em um raio de 15 kms da caixa morreria. Até os próprios músicos tocam de sua espaçonave parada seguramente em órbita ao redor do planeta. Dizem que o melhor lugar para se ouvir um bom som, é a 60 kms dentro de uma caixa de concreto. O show ainda sempre termina com uma nave mergulhando para dentro do sol do sistema estelar de onde esteja sendo realizado, meticulosamente calculado para que a interferencia magnetica ocasianada pelas erupções solares cheguem ao show no ápice da música que fala exatamente sobre isso, por isso e pelo barulho, a maioria dos sistemas estelares proibiram o Disaster Area de aparecer por lá.

Nossos amigos ao fim acabam na terra pré-histórica junto com 1/3 da população de um outro planeta que sofria de super população e que de uma forma criativa eu diria, resolveram esse problema convencendo que seu planeta estava condedano e iriam colonizar outro planeta. Mas apenas 1 das 3 naves partiram, levando as pessoas “indesejáveis” o mais longe possivel.

E os próximos livros da série são, na ordem:
Life, the Universe and Everything
So Long, and thank for all the Fish
Mostly Harmless





Towel v1.0!

13 12 2010

Bem, agora com o projeto com um novo nome(veja motivo aqui).

Estou lançando a nova versão sob este novo nome, e como novidades temos o seguinte:

1° Todos os packages foram renomeados de mark.utils. para com.towel.
2° Foi adicionado a classe TableFilter(Auto-Filtro) criado pelo ViniGodoy no package com.towel.swing.table.
3° Foi adicionado a classe JImagePanel criado pelo ViniGodoy no package com.towel.swing.img.

Em breve escreverei um artigo sobre isso.

E é isso, acessem a página Towel Project para ver como baixar a versão atualizada do projeto.





MarkUtils renamed!

9 12 2010

Bem, a um pequeno tempo, esse nome levemente ego-centrico(diga-se de passagem e sem comentários) do meu projeto não me agrada muito.
Mas por falta de opções deixei por isso mesmo, até que então, me veio um nome melhor para ele.

Após consultar o publico (em fato, umas 6 pessoas) e ver que a idéia realmente não é ruim, decedi agora mudar o nome do projeto.

Inspirado pela obra de Douglas Adams, autor da série The Hitchhiker’s Guide to The Galaxy, decedi finalmente mudar o nome para: “Towel”, é, toalha mesmo, e por que não? O que é mais util do que uma toalha?

O Guia do Mochileiro das Galaxias faz algumas afirmações a respeito de toalhas.

“Segundo ele, a toalha é um dos objetos mais úteis para um mochileiro interestelar. Em parte devido a seu valor prático: você pode usar a toalha como agasalho quando atravessar as frias luas de Beta de Jagla; pode deitar-se sobre ela nas reluzentes praias de areia marmórea de Santragino V; pode dormir debaixo dela sob as estrelas que brilham no mundo desértico de Kakrafoon; pode umedece-la e utiliza-la para lutar em um combate corpo a corpo; enrola-la em torno da cabeça para proteger-se de emanações tóxicas ou para evitar o olhar da Terrível Besta Voraz de Traal (um animal estonteantemente burro, que acha que, se você não pode vê-lo, ele também não pode ver você); você pode agitar a toalha em situações de emergência para pedir socorro; e, naturalmente, pode usa-la para enxugar-se com ela se ainda estiver razoavelmente limpa.
Porém o mais importante é o imenso valor psicológico da toalha. Por algum motivo, quando um strag ( não-mochileiro ) descobre que um mochileiro tem uma toalha, ele automaticamente conclui que ele tem também escova de dentes, esponja, sabonete, lata de biscoitos, garrafinha de aguardente, bússola, mapa, barbante, repelente, capa de chuva, traje espacial, etc, etc. Além disso, o strag terá prazer em emprestar ao mochileiro qualquer um desses objetos, ou muitos outros, que o mochileiro por acaso tenha “acidentalmente perdido”. O que o strag vai pensar é que, se um sujeito é capaz de rodar por toda a Galáxia, acampar, pedir carona, lutar contra terríveis obstáculos, dar a volta por cima e ainda assim saber onde está sua toalha, esse sujeito claramente merece respeito.”

Veja a versão 1.0 disponivel para download já com novidades.

Se for encontrado algo com mark.utils é que deve ter passado despercebido, por favor me avisem.

Cya!





The Hitchhiker’s Guide To The Galaxy – Livro

6 12 2010

Bem, conforme eu disse em outro post, eu encomendei a série completa do Guia do Mochileiro das Galaxias, que para quem não sabe, o nome original é “The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy“, que é de onde eu tirei essa parte do meu nick, em homenagem ao grande Douglas Adams que escreveu a série.

Eu já havia lido metade do primeiro livro em inglês mas pelo computador, e ler pelo computador não me agradou muito então decedi esperar a oportunidade de comprar os livros.

Cerca de 2 anos depois desse desejo, eis que recebo um e-mail de meu amigo William Mendes (Programador também :P) com uma oferta imperdivel. “Coleção completa do Guia do Mochileiro das Galaxias na Black Friday!”. A “Black Friday” é uma tradição americana, que é a sexta-feira após o “Thanksgiving day”, ela marca o inicio das compras de natal com descontos incriveis nos produtos. Com isso, consegui minha coleção por pouco dinheiro. 😀

Agora, que minha coleção chegou, e já terminei de ler o primeiro livro, estou muito mais admirado do que imaginei que ficaria depois de ler essa obra.

Os personagens principais são, Arthur Dent um terraqueo que foi salvo da destruição da terra por seu amigo Ford Prefect, que alguns minutos antes do fim da terra, revelou ser de outro planeta. Zaphod Bebleebrox, presidente da galaxia e Trician McMillian uma astrofísica que Zaphod conheceu em uma festa e que agora estava acompanhando ele, e Marvin, um robo com a mente do tamanho de um planeta, e por causa das coisas extremamente simples que pedem para ele, que variam de abrir portas, apertar botões e buscar algumas coisas acabam não desafiando sua mente extraordinariamente inteligente em nada, o que deixa sempre depressivo. Por causa de um evento muito improvavel todos acabaram juntos em uma jornada alucinante pela galaxia a bordo da espaçonava goldenhearth, uma nave incrivelmente avançada, com um motor movido a improbabilidade infinita, que faz a nave viajar entre todos os pontos do universo e parar em qualquer um aleatoriamente.

O “Guia do Mochileiro das Galaxias” é uma enciclopedia digital que contém informações sobre varias coisas na galaxia e que é constantemente expandido por contribuição de mochileiros que se aventuram por ai pela galaxia escrevendo artigos para a enciclopedia, e algo que popularizou o guia pela galaxia foram dois fatos: 1° É barato, voce pode comprar um por 30 dólares altarianos; 2° Na sua contra-capa está escrito com letras bem grandes “DON’T PANIC”, algo muito sensato a fazer em situações dificeis.
Engraçado, mas isso parece muito como uma wikipedia em um tablet.

Ironicamente, pensei que agora eu conseguiria me afastar dos livros cientificos por pouco tempo, mas nunca vi em tantos detalhes a ciencia por tras da historia do livro(acho que isso é ficção cientifica né :P).
Voce não precisa saber física, biologia nem matematica para ler esse livro, mas quanto mais souber, melhor. Repleto de invenções que nossa tecnologia nem chegou a prototipar, é claramente visivel como seria um futuro avançado o onde a exploração espacial nos levou a outros planetas habitados por seres que seguiram outra linha de evolução e também estão em um nível alto de inteligência, e na maioria dos casos, mais inteligentes que nós.
Dougla Adams, além de um ótimo escritor e criativo era apaixonado pela tecnologia e a física e isso foi refletido na historia, que começou com algo simples:

Em algum lugar no universo, uma raça de seres pandimensionais estavam cansados sobre a questão fundamental que fazem os filosofos pensarem até hoje. Com isso criaram um computador que pudesse calcular a resposta para a Questão Fundamental sobre A Vida, O Universo e Tudo Mais, uma resposta simples, que seria a Resposta Final para Questão Fundamental. O computador, nomeado Pensador Profundo, calculou durante 7 milhões e meio de anos para chegar a uma resposta simples: 42.
O computador ainda avisou que sabia que não gostariam dessa resposta, o problema: não saber qual é a Pergunta Fundamental, quando souberem a pergunta entenderemos o que significa a Resposta. Nem o Pensador Produndo poderia calcular tal pergunta, mas ajudou a projetar um computador que poderia, um computador tão complexo e grandioso que a própria matriz da vida biologica estaria em seu algoritmo.
E assim começou: a busca pela Pergunta Fundamental para a Resposta Final sobre a Questão da Vida, do Universo e Tudo Mais.

E é nesse cenário que essa incrível historia se desenrola, numa mistura de ciência, aventura, coincidências, sarcarsmo e ironia que só Douglas Adams conseguiu escrever.

Não acho pouco afirmar, mas esta é provavelmente, pelo menos até agora, a melhor obra de ficção científica que já li.

E os próximos livros da série são, na ordem:
The Restaurant at the End of the Universe
Life, the Universe and Everything
So Long, and thank for all the Fish
Mostly Harmless

Espero ansioso para ler estes, que já estão comigo.